SINOPSE
BIOBIBLIOGRÁFICA
VISCONDE DE VALMONT (visconde.de.valmont@quik.com.pt
), beneficiando para obter o nome, da inspiração
e entusiasmo que o clássico da literatura de
Pierre Choderlos de Laclos «Les Liaisons Dangereuses»,
provocou no seu padrinho o mítico Hilário,
nasceu na velha e sedutora Coimbra a 08 de Julho de
1969, cidade onde mais tarde se licencia em ‘“PRAIAS
E DISCOTECAS” e onde vem a concluir a sua primeira
pós-graduação em “SEDUÇÃO”.
Finda a paciência dos progenitores em financiar
tão discutível, por inovador, ramo do
saber, radica-se em Lisboa onde, beneficiando de uma
bolsa de estudo da Fundação da Cultura
e Património Arcaico-Lusitano, tem investigado
e desenvolvido como actividade académica a ciência
da Sedução, esforçando-se por dignificar
e ver reconhecida, como «vertente essencial do
comportamento humano e razão fundadora da paixão
e do amor», esse «património de intimidade
do Ser Afectivo Racional».
Publica agora poesia pela primeira vez, apesar de escrever
«para a gaveta» desde tenra idade, provavelmente
ainda no ventre materno. Mesmo sem obra dada à
estampa, sagrasse vencedor de vários prémios
literários famosos (por levarem uma fortuna aos
autores que desejam ser premiados) em Portugal e no
estrangeiro, sobretudo em Itália e no Brasil,
onde foi reconhecido como «Poeta Estrangeiro Virtual
do Ano» consecutivamente nos últimos cinco
anos, pelo seu trabalho «POEMAS QUE NUNCA NINGUÉM
LEU PORQUE NÃO CHEGARAM A SER ESCRITOS I, II,
III, IV e V». Destes trabalhos emerge o poema
trovadoresco e épico, famoso em ‘toda a
Internet portuguesa e estrangeira’ «Porra
Fui Plagiado Por Antecipação, Porque Este
Poema é Meu I, II, III, IV e V», em 37
páginas escritas de cima a baixo (e também
nas margens) que lhe pedem para ler em todas as ocasiões
solenes e tertúlias literárias e (espero
sinceramente, senão tem que ser por minha iniciativa)
hoje também.
Recentemente pensou ‘trabalhar’ umas ideias
eróticas giras sob a forma de versos e é
desta forma «simpática, agradável
e cultural» que se estreia nesta colectânea.
Parece-lhe um sonho tornado realidade e não se
cansa de agradecer a toda a equipa que produziu e realizou
esta obra.
Manuel Farinha
Biógrafo e Crítico Literário
...
«o Visconde de Valmont é um irritante provocador,
com a insuportável tendência de me roubar
as namoradas, mas em cuja poesia surge redentor um lirismo
sensual quase impossível de contornar, no pobre
panorama da poesia erótica portuguesa, conseguindo
com puro charme, o talento de excitar o intelecto e
não só...»
Helena Forte
Crítica de Arte e Jornalista
... « Valmont-poeta é o herdeiro contemporâneo
da sedução da poesia erótica portuguesa,
em toda a sua potencialidade afrodisíaca e estimulante.
Sem utilizar um único vernáculo, os seus
poemas são hinos à liberdade sexual, nas
suas componentes alternativas heterossexuais e apresentam
um refinado sentir lírico em apelos à
intimidade...»
Hugh de Alcântara Peartree
Escritor e Ensaísta
... «reconheço que até gosto do
homem-poeta, tem a atitude correcta perante a poesia
e partilha as preocupações da importância
da sua divulgação, para uma consciência
abrangente de cidadania, para uma cultura de interioridade.
O seu fazer literário, com o estilo único
Visconde de Valmont, liberta a nossa intimidade sexual
da má consciência do pecaminoso, ao espelhar
com um sentir profundamente lírico, mas também
avisador, aquilo que todos sentimos no quotidiano e
que tendemos a deixar que nos pese e sobrecarregue o
subconsciente... »
von Trina
poeta suicidário-literário
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